O que o oftalmopediatra precisa saber sobre deficiência visual cerebral na infância


Convidada: Dra Márcia Keiko Tabuse.

Apresentadora: Dra Luisa Hopker.

Neste episódio conversamos com a Dra Márcia Tabuse, formada pela Escola Paulista de Medicina, com mestrado e doutorado pela Unifesp, fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo pela USC California e pela Universidade de Kaie no Japão, ex-chefe do departamento de Oftalmopediatria e Estrabismo da Unifesp e também da Associação de Assistência a Criança Deficiente e atual presidente do departamento de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, sobre deficiência visual cerebral na infância. Falamos sobre a sua definição, a diferença entre deficiência visual cortical e cerebral e sobre a epidemiologia dessa doença. Ainda, discutimos detalhes e particularidades do atendimento desses pacientes no consultório e sobre o seu manejo apropriado.

Tópicos discutidos e minutagem:

  • Definição de deficiência visual cerebral e deficiência visual cortical 1:50;
    Comorbidades associadas 4:40;
  • Passos do exame oftalmológico para atender essas crianças 6:20;
  • Idade mais fácil de fazer o diagnóstico e diferenciar de imaturidade visual 8:20;
  • Quando fazer exame de função visual binocular vs monocular e como orientar a estimulação visual precoce 12:20;
  • Qual o tipo de estrabismo mais frequente encontrado nessas crianças 14:20;
  • Quando indicar cirurgia de estrabismo 16:15;
  • Como ganhar atenção dessa criança no consultório 19:45;
  • Prescrição de óculos nessas crianças  24:15;
  • Cuidados especiais com essas crianças 26:50.

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