#EP 105 – Barreiras e Soluções para o atendimentooftalmológico de crianças com TEA

Convidada: Marcia Keiko Tabuse

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Convidada: Dra. Raíra Moraes

Marcia Keiko Tabuse

  • Médica e Oftalmologista pela UNIFESP
  • Mestrado e Doutorado pela Unifesp
  • Fellow em Oftalmopediatria na USC Califórnia e Universidadede Keio
  • Oftalmologista da AACD por 27 anos
  • Ex chefe da Oftalmopediatria e Estrabismo da UNIFESP
  • Diretora do Departamento de Oftalmologia da Sociedade de Pediatriade São Paulo

Dra. Raíra Moraes

  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz deFora (UFJF).
  • Residência médica em Oftalmologia no Banco de Olhos deSorocaba (BOS).
  • Fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo pela UNIFESP.
  • Observership em Estrabismo no Wright Center, Los Angeles,USA.
  • Atualmente responsável pelo setor de Oftalmopediatria doHospital de Olhos Juiz de Fora

Apresentadora: Dra. Christiane Rolim de Moura

Neste episódio, conversamos comas Drs. Marcia Keiko Tabuse e Raíra Moraes sobre suas experiências noatendimento oftalmológico de pacientes com TEA. Elas compartilham estratégiaspráticas para consultas, dicas para exames (como preparação, esquiascopiapré-dilatação e uso de Lea Symbols), protocolos personalizados, questõessensoriais (ex.: intolerância a óculos e oclusão) e lições aplicadas àoftalmologia.

Tópicos a serem discutidos – MINUTAGEM v

  • Introdução sobre TEA e apresentação da primeiraconvidada convidada (00:29)
  • Como você se prepara para a consulta de umacriança com TEA? (03:07)
  • As vezes a oclusão não é tolerável, como vocêlida com isso no seu consultório? Você vê alguma vantagem no uso do LeaSymbols? (14:40)
  • Você faz a esquiascopia antes da dilatação?Poderia nos explicar por quê? (17:40)
  • Poderia dar uma mensagem para um oftalmologistajovem que está recebendo seu primeiro paciente autista? (19:27)
  • Apresentação Dra Raira Morais (22:08)
  • Você poderia nos contar um pouco sobre oprotocolo de atendimento que você tem desenvolvido? (23:20)
  • Você poderia falar um pouco sobre o seuprotocolo com relação a chegada da criança (25:46)
  • Você poderia nos contar o que você temacompanhado no Casim e como podemos aplicar isso a oftalmologia? (34:17)
  • Poderianos falar um pouco sobre a questão sensorial, como muitas crianças não gostamde usar óculos por que não gostam de nada encostando no rosto? (38:55)

Material de apoio

  • Chang MY,Doppee D, Yu F, Perez C, Coleman AL, Pineles SL. Prevalence of ophthalmologicdiagnoses in children with autism spectrum disorder using the Optum dataset: apopulation-based study. Am J Ophthalmol. 2021;221:147–53.doi:10.1016/j.ajo.2020.08.048.
  • Hoover K,Di Guglielmo MD, Perry B. Disparities in vision screening in primary care foryoung children with autism spectrum disorder. Pediatrics.2023;151(4):e2022059998. doi:10.1542/peds.2022-059998
  • Iman Yahya,M Ashwin Reddy. Barriers to ophthalmic care for children with autism spectrumdisorder. Paediatrics and Child Health. doi: 10.1016/j.paed.2025.09.005.
  • SBOPCast 30. O que o oftalmopediatra precisa saber sobreautismo.

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